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"Crescer por crescer, é a filosofia da célula cancerosa." autor desconhecido

  Via H2O
Pedra da Concórdia - Cachoeiro de Itapemirim
Catalogada por Zudi
Graduação:  4º V A1 (6º) D2 E3 
Tamanho:  330m 
Nº de enfiadas: 
Material necessário:  7 Costuras (3 longas);
2 Equalizações;
2 Cordas de 50 metros (1 para o rapel);
2 Cliffs e 1 par de estribos (lance em artificial). 
Data da conquista:  2006 
Conquistadores:  Joaquim Pereira Kinkas
Valéria Pereira
Da escalada:  A PEDRA

A Pedra da Concórdia fica localizada no interior de Cachoeiro de Itapemirim, podendo ser acessada facilmente por Rio Novo do Sul para quem vier de Vitória/ES. Basta seguir, a partir de Rio Novo, o caminho para a Cachoeira da Concórdia – área rural e divisa entre Cachoeiro de Itapemirim e Rio Novo do Sul.

O acesso para a pedra é realizado pela propriedade do Srº Virgílio e a família do mesmo sempre recebe os escaladores com grande hospitalidade e alegria. O carro fica estacionado no próprio quintal da propriedade.

Pegando a estrada do cafezal, deve seguir a mesma até ela contornar a plantação e chegar ao final - quando a estrada acaba e começa uma trilha fechada no meio da mata. Basta seguir a cerca de arrame até onde der, depois é seguir para cima até encontrar a base da via. A base fica bem alta e a direita de um grande costão da pedra que inicia abaixo da base.


A CONQUISTA

A conquista foi realizada, segundo relato de Oswaldo Baldin, no ano de 2006 por Joaquim Pereira Kinkas e sua esposa Valéria Pereira, ambos de Cachoeiro de Itapemirim.

Kinkas é um ícone lendário na escalada capixaba, recebendo esse título devido as suas belíssimas conquistas, mesmo utilizando equipamentos da antiga geração (kichute, freio oito e mosquetões de aço) e empreitando conquistas em solitário.


A ESCALADA

A Primeira enfiada conta com 6 proteções fixas em grampo e uma parada dupla ao final. A enfiada apresenta os lances de maior graduação da via (exceto o artificial em Cliff quando é passado em livre), pois a evolução é realizada em pequenas agarras e trechos em aderência.

A segunda enfiada apresenta o terceiro grampo muito a direita da via, obrigando o guia a usar uma costura longa (se possível maior que 1,20 metros) para reduzir o arrasto na corda. Fica opcional ao guia pular tal grampo, entretanto, o mesmo deve ter consciência do aumento da exposição para um possível E3 neste momento.

Ao final da segunda enfiada fica um muro levemente vertical, local que o guia poderá passar de 3 formas:

ARTIFICIAL EM CLIFF: Utilizar dois cliffs e 1 par de estribos para fazer a passagem até o grampo que fica no alto do muro de pedra – último grampo antes da parada;

LAÇAR O GRAMPO COM A CORDA: O guia pode ficar em autossegurança no grampo que antecede o artificial e tentar laçar o último grampo da enfiada com a corda, possibilitando a ascensão por meio da corda agarrada no grampo (resumindo: se puxando na corda);

PASSAR EM LIVRE: O lance é bem protegido e pode ser passado em livre, ficando a sugestão de um possível 6º grau para fazer em livre.

A quarta enfiada sai em um lance fácil de agarrões e depois a pedra perde inclinação (fica mais positiva) e as agarras reduzem de tamanho e quantidade, mas continua sendo uma enfiada mais fácil do que as duas primeiras. Nesse ponto em diante a escalada fica mais tranquila, pois os lances são mais fáceis e a evolução continua prazerosa.

A Sexta Enfiada é um tanto exposta, pois entre o primeiro e o segundo grampo (último da enfiada) a distância é considerável e a sequencia poderá estar um pouco molhada/úmida devido a água que corre da via – ficando o guia exporto a uma longa queda (E3) nesse trecho.

A Sétima e última enfiada transcorre dentro d’água, inevitavelmente a sapatilha e a corda ficarão molhadas. Apesar da água, o trecho é bem positivo e fácil, com poucos lugares para escorregar.

Não há livro de cume na via.


O RETORNO

Todas as paradas são em grampos, entretanto, o estado de conservação dos mesmos deve ser verificado no decorrer da escalada para não ocorrer surpresas.

O retorno mais recomendável é pela estrada que fica ao lado esquerdo do cume (olhando como quem esta escalando).

Para encontrar a estrada deve subir em diagonal para a esquerda no morro do cume (tem umas arvores grandes no alto do morro), depois de subir o morro deve seguir pela esquerda até chegar numa laje de pedra que tem uma cerca de arrame farpado, passando a cerca é só ir descendo em direção a um grande lago – já da para ver a estrada.

Ao lado do lago tem um curral, cuidado com as porteiras para não deixar o gado solto.

Em seguida terá um casa, devendo os escaladores se identificarem. Neste local mora o irmão do Sr.º Virgílio, família muito receptiva e que poderá informar como faz para pegar um atalho (no meio de uma laje de pedra, passando por um riacho pequeno e no meio da mata) para sair no cafezal do Sr.º Virgílio.

Pelo atalho a caminhada, morro para baixo, demora uns 30/40 minutos depois da casa.
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Zudi (Zudivan Peterli)   Tel: 27/92430159 25/04/2016 19:11:05
   Finalizada


Gillan (Gillan Muniz Schirmer)   Tel: 27/98188007 22/11/2015 15:25:29
   (Pretende escalar)
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