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Graduação: |
D2 5º VIsup (A0/VIIa) A0 E2 |
Tamanho: |
175m |
Nº de enfiadas: |
7 |
Material necessário: |
- 1 corda de 60 m; - 1 jogo equivalente camalots do #0.4 ao #5, repetindo do #0.5 ao #4; - joelheiras opcionais p/ 1a enfiada; - opcionais extras: #6 ou bigbro#4 p/ 1a enfiada; e #0.3 e #0.4 p/ o final da 5a enfiada; - 4 costuras médias; - fitas avulsas com mosquetão, sendo uma de 120 cm e duas de 60 cm (para proteção em árvore e como estribos no lance A0) - paradas para chapas duplas; |
Data da conquista: |
13/Jul/2025
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Conquistadores: |
Eric Penedo
(Eric)
Tel.27/99464288
Gillan Muniz Schirmer
(Gillan)
Tel.27/98188007
Maurício Sartori
(PA)
Ana Calindro
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Da escalada: |
!!! ATENÇÃO, É PRECISO PEDIR PERMISSÃO AO PROPRIETÁRIO DAS TERRAS, O BELOTTI: (27) 99849-9603 !!!
COMO CHEGAR: Coordenadas: -19.610241,-40.819878 Partindo de Vitória, o melhor caminho é pegar a rod. do contorno Mestre Álvaro e seguir pela BR-101 até o trevo de João Neiva, para então sair para a rod. ES-259 em direção à Colatina. Em Colatina, NÃO ATRAVESSAR A PONTE, pegar saída a direita descendo, em direção ao centro da cidade, margeando o Rio Doce e seguir direções para Itaimbé, saindo da cidade pela rodovia ES-446. Após avistar a imponente Pedra do Pontal de frente, onde há uma antena em seu topo, percorrer cerca de 5 min até Pontal de Santa Joana onde há um acesso, em estrada de terra, com uma porteira e uma tronqueira, À ESQUERDA DA RODOVIA ao final de uma subida, próximo ao cafezal, onde se pode estacionar o carro.
!!! ATENÇÃO, É PRECISO PEDIR PERMISSÃO AO PROPRIETÁRIO DAS TERRAS, O BELOTTI: (27) 99849-9603 !!!
DA APROXIMAÇÃO (fácil em 15 min): A partir da rodovia, atravessar a cerca de frente ao Totem de Santa Joana, percorrer o pasto subindo em direção à pedra, até uma outra cerca perpendicular à rodovia. Ao final da subida do pasto, no encontro com esta outra cerca, há um pequeno bloco de pedra saliente entre o mato, onde facilita atravessar esta cerca. Após atravessá-la, seguir margeando-a até entrar na mata onde há uma grande palmeira de onde é possível avistar o estacionamento e à direita há uma grota. Subir próximo à esta grota, à esquerda dela, até chegar na pedra. Em seguida caminhar margeando a montanha até um estreitamento com muitas Brejaúbas (Uma espécie de palmeira com muitos espinhos longos e pretos), formando uma espécie de túnel espinhento, bem rente à montanha, que deverá ser atravessado e após cerca de 50 metros chegará à base da via.
!!! ATENÇÃO, É PRECISO PEDIR PERMISSÃO AO PROPRIETÁRIO DAS TERRAS, O BELOTTI: (27) 99849-9603 !!!
DA ESCALADA: SOMBRA TOTAL a partir das 10h no inverno e a partir de 11h30 no verão!
Todas as proteções fixas em chapeletas Bonier de aço inox 304, com paradas duplas que permitem rapel com pelo menos uma corda de 60 m (não menos).
A linha da via transcorre por sistemas de fendas e alguns trechos de face de óbvia navegação. Base da via facilmente reconhecida pelo totem natural evidente (com cerca de 25 m de altura) com uma fissura de dedo que encontra uma fenda horizontal e depois se torna uma chaminé.
À direita deste totem há uma dura variante PROJETO, que foi escalada até então (ago/25) somente de top-rope e batizada de "Agarra Atrás da Moita".
*** 1a ENFIADA - "Soldado Cupim" (V E2 28m): Material MÍNIMO sugerido (MMS): 1 jogo do #0.3 ao #3, #5, fitas avulsas e 1 costura; Na época da conquista haviam muitos cupins. Atualmente (ago/25), não mais. Saída à esquerda do totem, em aderência até a fissura de dedo. Vale a pena levar joelheiras.
*** 2a ENFIADA - "Filé de Tatu" (Vsup E1 27m): MMS: 1 jogo do #0.5 ao #5, fita 120 cm para proteção natural; Lindo diedro contínuo, com um boulder de árvore ao final.
*** 3a ENFIADA - "Diedro Mega-Sena" (VI E1 32m): MMS: 1 jogo do #0.75 ao #4, repetindo do #1 ao #4, 4 costuras; Belíssimo diedro! (P3 DESCONFORTÁVEL!)
*** 4a ENFIADA - "Travessia Borboleta" (VIsup A0 E2 10m): MMS: camalot#2 ou #3, 3 costuras, 2 fitas de 60 para estribo; Se estiver com apenas 1 corda, é recomendável se encordar com as duas pontas e utilizar técnica de corda dupla ou gêmea, devido ao risco de dano na corda, devido à aresta em caso de queda durante a travessia (VIsup).
*** 5a ENFIADA - "Trav. Não-me-xinga" (VIsup A0/VIIa E1 34m): MMS: 1 jogo equivalente camalots do #0.4 ao #5, repetindo do #0.5 ao #4 (opcionais extras #0.3 e #0.4), 2 costuras; Esta enfiada possui uma parada dupla opcional para permitir o rapel da via com 1 corda de 60 m;
*** 6a ENFIADA (VI E2 27m): MMS: 4 costuras, fitas, 1 jogo do #0.4 ao #5 (com sobra); A segunda chapa, onde vale a pena alongar a costura com uma fita de 120 cm, ficou um pouco escondida na face à esquerda da vegetação. Atenção para não ignorá-la.
*** 7a ENFIADA (IV E1 15m) MMS: 1 jogo do #0.4 ao #5 (com sobra), 1 costura.
DESCIDA COM 2 CORDAS DE 60M: P7-P6-P3-P2-BASE
DESCIDA COM 1 CORDA DE 60M (!Não menos!): P7-P6-P5-P.opcional-P4-P2-P1-BASE
Em resumo, uma belíssima linha com muitos diedros e fendas, parada obrigatória para os amantes de escalada em móvel! Um grande desafio desta conquista foi também a agenda dos conquistadores. A primeira investida se deu em ago/2014 (!), pouco tempo depois, Maurício e Eric se tornaram pais e em 2019, eu (Gillan), me mudei do ES. Nas primeiras investidas foram usados apenas 1 jogo de camalots e um punhado de hexcentrics e tricams.
O nome da via fora pensado em 2018, fazendo-se um trocadilho à técnica de escalada, aos cupins que até então nos davam pesadelos se opondo à conquista e ao cenário político conturbado do país.
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