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"Todo dia eu vivo uma vida que pensava ser impossível para mim. Todo dia a paixão continua a crescer. E todo dia sou grato pela caminhada na mata que me leva até a rocha; e pela rocha que me leva a mim mesmo." Craig McGilvray

Notícias

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25-07-2012
"Presente da Águia", Mais uma conquista em Pancas
Após a abertura da via “Casa da Mãe Joana” na pedra do Jacaré, Baldin sugeriu que eu formasse parceria com Fábio Castilho pra abrir uma via à esquerda. Não precisou nem completar a frase que a sugestão já foi aceita de bom grado. Apesar do calor de Pancas em Março, começamos os trabalhos prontamente. A visualização da linha da via é sempre uma parte crucial, e do que dava pra ver, só existiam dois pontos definidos: A base, num platô elevado, e um diedro promissor bem acima. Entre os dois pontos fica a parte mais inclinada da parede, apresentando a mesma dificuldade em toda sua extensão. Mesmo sem ter resolvido a charada resolvemos começar e chegar mais perto. Na primeira parada, já mais perto pra resolver o quebra cabeça, recebemos uma dica dos céus. Literalmente! Uma Águia pousou na parede indicando uma pequena ondulação menos inclinada que não conseguíamos ver debaixo, e não era um ninho! Como num estalo a sequencia toda fez sentido, e iluminados pelo presente da Águia, tocamos pra cima. O segundo esticão se manteve tranqüilo chegando a um 4º no final. O terceiro esticão passa pela ondulação indicada pela águia e tem o crux da via em lances de 5º. Mais adiante, já reunidos na P3 por volta das 16h debaixo de um sol escaldante e já tendo batido na mão os grampos da sequencia abaixo, exaustos e cozidos, decidimos descer. Meses se passaram até nossa volta neste sábado 21/7/12 pra concluir a via e nesse tempo mantive a idéia de que o que nos esperava seria difícil. Acho que formei essa ilusão porque tudo parecia difícil naquele calorão de cozinhar os miolos. O quarto esticão guiado pelo Fabinho é premiado. A saída foi bem menos sinistra do que eu tinha imaginado e na segunda metade tem uma fendinha boa para proteger com móveis pequenos. Fabinho delirava! As peças ficavam muito boas. Como “dedo no nariz”, dizia ele. Cabem peças equivalentes ao Camalot 1 pra baixo, aceitando os micros. O último esticão foi bem fácil e chega até a matinha do cume onde foi batida a quinta e última parada. Foram usados grampos de ½’ e as paradas são duplas. Do final da via (P5) é possível andar lateralmente por uns 6m até a última chapeleta da via “Casa da Mãe Joana” e de lá subir mais uns metros até uma árvore onde se encontra o livro de cume. É possível o rapel com somente uma corda, porém esta tem que ser de 60m mesmo, e é necessária muita atenção, pois a distância entre grampos chega a exceder um pouquinho os 30m no trecho ao lado da fenda. A via tem 290m e a graduação sugerida é 4º V E2. Conquistadores: Sandro Souza e Fábio Castilho


25-07-2012
Escalada Capixaba no site da FIVE TEN


21-07-2012
Nova via em Pancas: "Onde os Fracos Têm Vez"
Uma nova via ficou pronta em Pancas: "Onde os Fracos Têm Vez". Fica ao lado da estrada que dá acesso à cidade, requer uma caminhada de 10 minutos de aproximação, tem 200m de altura e segue uma linha sem vegetação alguma e repleta de agarras. A enfiada inicial deve ter um 3º e depois segue em 4º até a quarta parada, onde ficou o livro de cume para registro das repetições. As enfiadas têm 50m e estão bem protegidas, não passando de E2 o grau de exposição. O visual ao longo da escalada é fantástico, com todas as montanhas de Pancas como cenário. Conquistadores: Karapeba, Porko e Zé Márcio


17-07-2012
Video da Conquista da Via Bafo de Onça
www.dosedeafetamina.blogspot.com


15-07-2012
3ª Repetição da Pedra do Dedo
A dupla Sandro e Amaral repetiu neste domingo a via de acesso ao cume da Pedra do Dedo, em Nova Venécia. Para ter uma idéia do grau de dificuldade e exposição da escalada vale lembrar que esta foi a 3ª repetição de uma via que foi conquistada na década de 60.


12-07-2012
Vem aí o 6º Encontro Capixaba de Escalada
EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA! Saiba mais sobre o VI Encontro Capixaba de Escalada, que acontecerá nos dias 04 e 05 de agosto em Pancas/ES. O 6º Encontro Capixaba de Escalada será marcado pelo encantamento diante das belas paisagens e das diversas montanhas, além das muitas possibilidades de novas conquistas, pois apesar de ser uma região com grande potencial, ainda não recebeu o destaque merecido. Confira a PROGRAMAÇÃO COMPLETA:


11-07-2012
Conquista feminina no Espírito Santo
Primeira conquista de escaladorAS capixabas no Espírito Santo, com a via "Amigo Imaginário - 265m" em Pancas. Parabéns para as guerreiras Joyce Lucas Wandermurem Lopes, Evie Negro, Luciola Gomes Selia e Luana Rebouças, que mandaram muuuito bem!


04-07-2012
ACE participa de pesquisa do SEBRAE
Eu e Karapeba participamos hoje de uma pesquisa de mercado para o SEBRAE sobre o potencial da escalada na Região do Doce Pontões Capixaba (Zé Márcio).


03-07-2012
Relato da Conquista da Via Bafo de Onça
O interesse em escalar o totem veio após a abertura da rampa de base jump no cume da Pedra da Onça, cujos atletas divulgaram alguns vídeos e dentre eles um mostra o totem com perfeição. Daí veio à vontade de iniciar a conquista, um cume virgem e com a galera do base jump dando um show a parte.


03-07-2012
6º Encontro Capixaba de Escalada
O 6º Encontro Capixaba de Escalada será realizado nos dias 04 e 05 de Agosto. O evento é anual e organizado pela Associação Capixaba de Escalada (ACE). Acontece de forma itinerante, e já foi realizado em cinco municípios do Estado. E Pancas foi a cidade escolhida para sediar o evento de 2012.


24-06-2012
Regrampeação no Morro do Moreno
Mais uma via que volta à ativa no ES, direcionada ao uso dos cliffs e estribos.


13-06-2012
Conquista da via Terceiro Elemento em Pancas
No último feriado finalizamos mais uma tradicional em Pancas. A via foi batizada de Terceiro Elemento (D2 4º V E3/4) e ficou com 530 metros que cortam a face de maior extensão da Pedra do Jacaré. Conquista essa feita pelos elementos Soldado, Samuel, Tatu e eu.


06-06-2012
Mais uma no Calogi - Via Lindolfo!
A via Lindolfo fica do lado direito da via Rodolfo. Esta fica a direita da via Astolfo e aquela fica duas posições a direita da mesma via, a Astolfo. A via Rodolfo está no meio e a sua direita está a via Lindolfo e a sua esquerda a via Astolfo. Ou seja, a esquerda da via Lindolfo está a via Rodolfo e a via Astolfo, nesta ordem!


04-06-2012
Repetição da Via Face Oeste do Pontão Médio - Águia Branca ES


26-04-2012
II° Encontro de Parques de Montanha do Brasil

Repasse do II° Encontro de Parques de Montanha do Brasil.

(Sandro: Urca, Rio de Janeiro, 26 e 27 de Abril de 2012)

Contexto:

A 1ª Semana Brasileira de Montanhismo comemorou os Cem anos de montanhismo no Brasil, que tomou como referência a data da primeira ascensão ao Dedo de Deus. O evento foi constituído de vários outros eventos, entre eles a já tradicional abertura de temporada no Rio, o II° Congresso Brasileiro de Montanhismo e Escalada, e o II° Encontro de Parques de Montanha do Brasil.

Representatividade:

O encontro de Parques contou com a participação do Diretor de Criação e Manejo de Unidades de Conservação (UCs) do ICMBio (Pedro da Cunha Menezes), o Coordenador de Uso Público e Negócios do ICMBio (Ernesto Viveiros de Castro) e os Gestores de diversos Parques  Nacionais (Floresta da Tijuca, Serra dos Órgãos, Chapada dos Veadeiros, Pico da Neblina, ...). Na esfera estadual, diretores e gestores de parques dos estados do RJ, PR, SP, RS e ES estiveram presentes. Entre eles André Ilha do INEA, Sergio Poyares do PE Três Picos, representantes do PE Marumbi, e André Tebaldi, o Coordenador de áreas protegidas do IEMA. A sociedade civil se fez representar pela CBME e seus principais afiliados como a FEMERJ, FEMEMG, e clubes e associações, inclusive a ACE.

Seguem alguns tópicos abordados durante o encontro de parques,

26/04:

Abertura:

Mesa composta por Silverio Nery (CBME), Pedro da Cunha Menezes (ICMBio) e André Ilha (INEA - RJ)

Pedro – Anunciou o novo alinhamento do ICMBio  no sentido de não tolher a qualidade da vivência durante as visitas nos Parques. Pra isso, será extinta a obrigatoriedade do uso de guias (condutores, monitores...) nos parques nacionais. Salvo raras exceções onde se justifique devido à extrema fragilidade do patrimônio natural ou arqueológico.

André Ilha – Ressaltou que as pressões sobre o meio ambiente, à exemplo do código florestal e o desmantelamento do IBAMA, tendem a se acirrar e neste momento aqueles comprometidos com o meio ambiente devem se unir. Os gestores de Parques devem buscar mais aliados e os montanhistas são aliados muito engajados. “É necessário cooptar aliados diante das pressões iminentes.”

Os gestores devem fazer uma conta de soma e subtração ao comparar os benefícios de permitir o uso público cultivando uma militância ambiental por parte dos visitantes, contra eventuais malefícios causados pelo impacto da visitação.

Palestra do André Ilha:

- Diferenciação de Turismo e Uso Público. O Uso público é mais amplo. Exemplo: esportivo, religioso, artístico, científico, simples lazer, turístico... E deve-se atender às expectativas de todos os públicos.

- Não é preciso que exista um plano de manejo (documento detalhado, caro e demorado) para que seja manejado o uso público.

- Decreto sobre as UCs estaduais (RJ) que diz que o uso público é permitido a menos que explicita e justificadamente se diga o contrário.

- A contratação dos serviços concedidos é sempre opcional para que não haja ressentimento dos que não podem pagar, nem daqueles que não desejam uma babá para tangê-los.

- Diferenciou os tipos de trilhas atribuindo diferentes graus de intervenção para cada uma: Trilhas de turismo (bem aberta, farta sinalização e intervenções como rampas, cabos e escadas); Trilhas de montanhismo (alguma sinalização, intervenções só para manter a trilha); Trilhas de montanhismo remoto (sem intervenções).

- Metodologia para abordar o uso público nos planos de manejo: Realização de seminários de mínimo impacto com a participação de gestores, pesquisadores e usuários para formar pacto para zoneamento e previsão de atividades. O resultado é transplantado inteiramente para dentro do plano de manejo.

Palestra do Ernesto:

- Fim do conceito de parque aberto e parque fechado.

- Adoção de uma gradação onde “0” é ainda fechado (um caso apenas no Brasil) e “5” é aberto e plenamente estruturado.

- Os parques subirão nessa escala visando:

- Qualificar e diversificar a oferta de atividades para a visitação (as atividades não precisão estar previstas nos planos de manejo para serem permitidas)

- Estruturar as UCs, lembrando que estrutura adequada não é a máxima.

- Formalizar, ampliar e qualificar serviços de apoio a visitação. A prioridade não é a renda e sim fornecer o apoio.

- De acordo com a IN 08/2008 (http://www.icmbio.gov.br/portal/images/stories/o-que-somos/in082008.pdf), Estimular o uso de guias locais, mas não tornar seu uso obrigatório.

- “O visitante deve entrar informado e sair satisfeito.”

Palestra do Delson de Queiroz (FEMERJ):

- Apresentou um PDF com Princípios e Valores do montanhismo, e desenvolveu o tema.

Palestra do Brady Robinson(Acess Fund):

- Falou do exemplo do parque de Yosemit. Apresentou dados básicos com história, extensão, biota, geologia, atrativos...

- Lá, 94% da área é “Wild”, mas em toda ela é permitida visitação. Não existe área intangível como aqui. Na prática a maioria dos visitantes fica perto das estradas, campings e demais estruturas.

- Problema com os conservacionistas estrito censo como a ONG The Nature Conservancy, que se posiciona contra a permanência de pessoas nos parques em nome da conservação. A ONG é constituída pela velha guarda dos ambientalistas com conceitos já ultrapassados.

- Os montanhistas são voluntários para diversos trabalhos nos parques. E por experiência dele, um montanhista vale por três voluntários genéricos, devido à conjunção de fatores como maior envolvimento na causa, maior capacidade técnica e força física.

Palestra do Esteban Degregori (Acesso Argentino):

- Usou o exemplo do Parque Nacional Los Glaciares onde fica Chaltén e a cadeia de montanhas do cerro Torre e Cerro Fitz Roy.

- Todo o acesso é permitido, sendo necessário apenas o registro. A responsabilidade é baseada no indivíduo.

Debates:

- Assuntos administrativos como parcerias para gestão de parques. Permissão, autorização, concessão e parcerias público-privadas.

27/4:

Palestra do Sergio Poyares (P.E. Três Picos - INEA):

- Dados base /atrativos / Acesso permitido a princípio/ Informações sobre riscos através de placas bem posicionadas (alternativa diante da inviabilidade de se cobrar a assinatura do termo de reconhecimento de risco)/Como foi o seminário de mínimo Impacto.

Palestra do André Tebaldi (Coord. de áreas protegidas IEMA):

- Dados base /Situação de acesso proibido às montanhas/ Intenção de ampliar o uso público.

Palestra do Leonardo Boquimpani (P.N. Serra dos Órgãos):

- Dados base /Uso e intervenções variadas em trilhas / Adoção do termo de reconhecimento de risco pelos visitantes/ sistema de ingresso on-line.

Palestra do Luis Monteiro (Associação Mineira de Escalada):

- Caso da luta pela reabertura da Lapinha (Parque Estadual do Sumidouro), diálogo com IEF –MG, acordo atual e anúncio de maior abertura prevista.

- Construção de uma proposta estadual valida para todos os parques.

Palestra do Harvey Schlenker (IAP - PR):

- Panorama das áreas protegidas do Paraná. Existem 68 UCs, 45 de proteção integral, sendo 29 abertas para visitação.

- Principalmente no Parque Estadual do Marumbi, é adotado um detalhado cadastro de visitantes com o objetivo de facilitar eventuais resgates.  Este parque sedia o principal grupo de resgate autônomo do Brasil. O COSMO.

- Exemplo da travessia do P. E. da Baitaca onde fica o Anhangava, importante local de escalada. Em 2000 não havia estrutura alguma e eram freqüentes os assaltos, mesmo assim cerca de 1.000 visitantes faziam a travessia por ano. Após a revitalização de uma portaria e estímulo a visitação, hoje são 17.000 visitantes por ano e nenhum assalto nem crime ambiental.

Debate:

- André Tebaldi: “Como fica a questão da responsabilidade nos casos de acidentes dentro de parques?”

Para esta resposta, várias pessoas contribuíram e o resumo está aí:

- Diferenciação inicial dos casos evidentes de responsabilização do Parque como quando ocorre um acidente por falha em uma estrutura (ponte, mirante, telhado...).

- Não existe precedente jurídico (jurisprudência) para embasar essa questão, mas a tendência do entendimento do jurídico é de que a responsabilidade é de cada indivíduo. Fizeram observação sobre a tendência latina ao paternalismo onde o estado age como pai dos cidadãos irresponsáveis, em contraste à abordagem não latina onde o individuo deve se responsabilizar pelos seus atos com menor intervenção do estado.

- Nos casos de acidentes onde o visitante está acompanhado de um guia do parque, aí sim ocorre responsabilização!

- Qualquer pessoa pode processar qualquer um por qualquer coisa, mas isso não quer dizer que ocorrerá condenação. Não há um caso sequer de condenação de um gestor de parque por causa de um acidente. E raros são os processos.

- A adoção de um seguro embutido no preço do ingresso pode ser uma alternativa para aliviar o lado dos gestores.

- Os parques não podem ser imputados pela falta de estrutura já que o risco muitas vezes é justamente o atrativo. Por exemplo, não é razoável colocar corrimão na travessia Petrópolis – Teresópolis.

- Foi unanimidade que se devem alertar os visitantes ostensivamente e exageradamente sobre os riscos dos ambientes naturais. Para efetivamente avisar os mais ingênuos e para resguardar os gestores dos parques.

- Foi abordada a questão fundamental de que as pessoas têm o direito ao risco.

Um desfecho muito significativo foi o convencimento destas idéias por parte da equipe do IEMA, com o acordo de que mudanças seriam encaminhadas no ES e que a CBME diretamente e através da ACE irá ajudar a coordenação de áreas protegidas na argumentação em prol da abertura dos parques a ser apresentado para a presidência do IEMA.

 



24-04-2012
Visita à comunidade Jesus de Nazareth
Fomos eu, Caio aFeto, e o Fábio Fabre "Chuck" para a visita a comunidade de Jesus de Nazareth. Gostaria primeiramente de agradescer à Associçao de Moradores do bairro juntamente com a Secretaria de Turismo que nos convidaram e deixar algumas impressões em relação as potencialidades do bairro quanto a escalada... Dentro do bairro há alguns boulders espalhados, muitas vezes expremidos pelas casas, mas muitos deles tem um potencial muito bom para a escalada. A sugestão que dei foi organizar um dia e a galera ir lá para escalar, o que irá criar uma maior visibilidade para este tipo de esporte por lá. O outro fator a ser analizado seria a pedra onde fica a torre, porém, como não tivemos tempo de descer e analizar melhor da base agendaremos uma nova visita para ver se lá tem potencial ou não para abrir alguma via. No mais foi super bacana, a comunidade está de braços abertos para receberem as pessoas e inclusive rolou uma remada na canoa havaiana, um dos projetos que está sendo desenvolvido... Abraço.


24-04-2012
Videorreportagem sobre o Calogi
Vídeo sobre o forte point de escalada esportiva do Espírito Santo, o CALOGI.


20-04-2012
Reunião ACE x SEMTUR
Os associados Caio aFeto e Zé marcio se reuniram às 9:30h, na sede da Secretaria Municipal de Turismo da Prefeitura de Vitória, com o Subsecretário, Leandro Tononi, e a Coordenadora de Infraestrutura Turística, Daniela Passos. Discutiu-se como as duas entidades poderiam trabalhar em sintonia para alavancar o turismo de aventura no município. Após explanação por parte da SEMTUR sobre o potencial dos parques municipais ficou agendado para dia 24 de abril, terça-feira, uma ida à Jesus de Nazareth para auxiliar a Associação de Moradores na identificação de atividades interessantes que podem vir a ser implementadas no bairro. Caio já estava inclusive comprometido com o Slack Line no local. Achou-se melhor convidar também o Baldin para ajudar no trabalho.


18-04-2012
Repetição da via Chaminé Brasília - Pedra da Agulha - Pancas
No dia 16/4 às 15h os escaladores Sandro Souza e Fabrício Amaral chegaram ao cume da Pedra da Agulha em Pancas, concluindo a escalada da via Chaminé Brasília, uma das vias mais importantes do estado. Ela foi conquistada em 1959 por Giuseppe Pellegrini, Nélson Bravin Teixeira, Emil Mesquita, Carlos Russo e Rodolpho Kern, e ainda hoje se mantém desafiadora. Esta repetição durou dois dias cheios tendo um bivac na montanha. A escalada transcorreu sem contratempos exceto pela sede extrema no final, apesar dos quase nove litros levados no início. Um dos três grampos do artificial foi substituido por estar muito corroído, tornando esta parte da via novamente escalável. O livro de cume está no meio de uma grande pilha de pedras e consiste apenas de um pote de plástico com um folder da secretaria de turismo de Pancas com umas poucas folhas avulsas preenchidas com os relatos dos conquistadores da via Bernardo Collares, a um ano atras. Sem registros das escaladas anteriores. Portanto convém que a próxima repetição leve um kit mais adequado, melhorando também a proteção do material que já está lá.


03-04-2012
Doação para 1ª SBM
ACE fez doação de R$300 para a Primeira Semana Brasileira de Montanhismo:
http://www.semanademontanhismo.com.br/apoio-e-inscricao/doacoes-voluntarias


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